'Da aldeia vejo quanto da terra se pode ver o universo. Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qual qualquer.
porque sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura...'
quando pequena perdi meu pai e minha mãe ,foi uma ben significante para uma criança.Nem por isso deixei de brincar ,sorrir e participar de todas as coisas que uma criança participa.Quando adolescente não tinha o prazer de dizer isso foi meu pai que comprou.ou a minha mãe que me deu,nem por isso deixei de valorizar as poucas vezes que meu tio me dirigia a palavra.
Quando casei até então não conhecia nenhum shoping, nem por isso achava que era o fim do mundo. Com um tempo ia várias vezes ao shoping pois as coisas que eu ia resolver eram la perto, quem diria Liduina tinha coisas para resolver e um cartão de crédito que me dava a graça de passar de vez em quando no shoping e comprar alguma coisa.
E assim é o crescimento humano e a comtemporânidade, nunca me achei menor do que ninguem, nem deixei de correr atrás do novo e tudo que for importante que me insira em uma sociedade que o crescimento se dar através da educação e tudo que gira em torno da mesma.Assim destacando as Tecnologias educacionais.

Instituto de deficiêntes visuais de Curitiba
Artesanatos produzidos por deficientes visuais
do Instituto paranaense de Cegos.

Rua 24 Horas
É a rua que nunca fecha. Tem lojas, opções para comer,
acesso grátis à internet e posto de insformações turísticas 24 horas.
Atrai curitibanos e turistas em busca de servisos, compras e lazer.

Jardim Botânico
Inalgurado em 1991, é um dos cartões-postais de Curitiba.
Tem estufa de plantas em estrutura metálica com cobertura transparente,
cujo acesso se dá por jardins em estilo francês.
Anexo à estufa, o espaço Frans krajcberg tem exposição permanente de obras do artista polono-brasileiro.
Outra construção é sede do Museu Botânico Municipal, cujo acervo e pesquisas atraem visitantes de outros países.

Bosque do PAPA
Memorial da imigração polonesa, é composto por sete casas feitas de troncos encaixados.
Foi inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba


Museu Oscar Niemeyer
O maior e o mais moderno do Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer,
o "olho" completa uma antiga obra que ele mesmo construiu, em 1976


Museu Ferroviário
Construido na antiga estação, conta a história ferroviária do Estado.
O prédio anexo abriga o Shopping Estação, o Museu Farmácia, o Teatro de Bonecos e
o Estação Embratel Convention Center, um moderno centro de eventos
Tem crescido o uso de blogs como ferramenta pedagógica, é uma oportunidade onde o aluno pode estar expressando o seu ponto de vista sobre determinado assunto, editando, publicando, criando e sendo autor. No Brasil o uso dessa ferramenta e menos acelerado que nos outros países, a possibilidade de uma criação seletiva e aproximação de alunos e professores apontados como os princípios da contribuição que os Blogs podem trazer ao processo pedagógico, aplicado o exercício da expreção criadora do dialogo entre os textos, as informações, os aplicativos e os autores.
Tenho refletido bastante sobre o caminho que tem percorrido a nossa educação, onde as crianças tem entrado mais cedo na escola, não por motido de aprendizagem, mais sim pela ausencia de seus pais, que em algumas circunstâncias ambos trabalham, assim deixando a criança a mercê dos educadores e por várias vezes exigindo que eles e façam o papél de professor, pai e mãe, e os pais nessa dupla jornada não percebem que seus filhos estão crescendo sem a base que é a família, deixando de ensinar os princípios ao qual a família defende, formando assim lares sem diálogos, filhos sem saber o que é certo ou errado e as vezes indivíduos sem caráter, alunos indiciplinados por serem livres em suas atitudes pela ausência dos pais, depositando seus vaores apenas no "Ter".
Assim caminha a sociedade capitalista onde o conhecimento nem sempre é sinônimo de melhores oportunidades, gerando assim nos individuos uma angustia em perceber que as vezes só o saber não lhe basta.
Ressaltamos a importância do papél da escola como preparadora dos indivíduos para o convívio social, dando-lhe, o suporte cultural para perceber a necessidade de adpitar-se aos vários contextos que estão inseridos os grupos sociais em sua normas e costumes.
A relação educador, educando, escola e sociedade, devemproporcionar um círculo onde as experiências sejam o fomento a um aprendizado contínuo da construção da cultura de um povo. Pois, só o conhecimento poderá transformar o destino de uma nação.
Não é suficiente a colocação dos equipamentos (hardware e software) nas unidades escolares, não é suficiente chamar profissionais de informática para ministrar "cursinhos" de informática para os professores. Há que se realizar um trabalho de médio e longo prazo para que os professores descubram e incorporem o novo papel do professor comunicador para ser uma das forças transformadoras desta sociedade tecnocrática em busca da diminuição das diferenças e das injustiças sociais e compromissados com a na revalorização do ser humano, que segundo se conceitualiza como "um ser que conhece", e que se comunica.
A tecnologia da comunicação tem estado à disposição do ser humano desde que os homens escreveram nas cavernas, pela primeira vez, usando carvão e substâncias para tingir. Os professores devem tirar o que há de melhor das novas tecnologias da comunicação, as redes podem ajudar as pessoas se aproximarem e quebrarem os limites, mas a informação tem que ser selecionada. Os professores terão que trabalhar com seus alunos não só para ajudá-los a desenvolverem habilidades, procedimentos, estratégias para coletar e selecionar informações, mas, sobretudo, será necessário ajudá-los a desenvolverem conceitos. Conceitos que serão a base para a construção de seu conhecimento. O layout das salas de aula mudará, como já está mudando em muitas regiões do mundo, o papel do professor tem que mudar também, mas os professores não podem perder o controle da tecnologia que eles estão usando em suas salas de aulas. Eles têm que manipular as tecnologias e ajudar seus alunos a aprenderem como manipulá-las. Este é um aspecto importante do desenvolvimento das tecnologias atuais, porque muitos setores tem sido manipulados pela rápida e constante transformação da tecnologia.
Com o passar do tempo saímos do ensino da cartilha do “BE-A-BA”, para um ensino mais sofisticado com novos investimentos e tecnologia. Mesmo com todo esses recursos, encontramos muitos alunos que desfrutam dessa oportunidade, desmotivado ou estagnado no caminho e, pensamos, porque esses alunos agem assim? Será que a culpa realmente é deles?
Diante dessas situações são levantadas várias hipóteses que com freqüência nos deparamos; “ele é um preguiçoso”; “ele é burro”; “não aproveita a oportunidade que está vivendo”; “não presta atenção nas aulas”. Nós Educadores não paramos para pensar que podemos estar com a solução certa para o problema errado, os investimentos em recursos para uma boa educação e uma didática inovadora estão certos, pois entendemos que o método educativo não deve parar, tem que acompanhar a evolução da humanidade e, essa evolução também seria direcionada para os conteúdos ensinados e seus respectivos professores.
Mas o que vemos em salas de aulas são conteúdos prontos e com respostas, os alunos não precisam pensar se estão certas ou erradas. São heranças de professores para professores e, desta forma, para seus alunos, são conceitos e muitas vezes preconceitos já proferidos por alguém e que, esses alunos não se dão ao trabalho de analisar criticamente se estão de acordo ou não.
Os professores são convencidos de sua total competência, seja quando o aluno aprende, ou mesmo se não aprende. O professor continua atestando sua competência pelo pressuposto de que ele ensinou o aluno é que não aprendeu. A docência, talvez, seja a única profissão em que o trabalhador não precisa se preocupar com o resultado do seu trabalho, neste caso é o usuário (aluno) que tem que se preocupar com o seu resultado.
A sociedade espera um professor crítico diante do conteúdo ministrado, sendo criativo além das formas convencionais e se auto-avaliando, para saber as capacidades que possuem e também, as que lhes faltam, tendo um papel junto com a escola de determinado e não de determinante de conteúdos e determinações sociais exigidos pela sociedade. Não deixando esquecer que o professor tem que exercer a profissão de cuidante, responsabilizando-se pela qualidade de vida social de seus alunos, respeitando as diferenças e acreditando no potencial de cada um. Só assim o professor sai da sua domesticação, para um educador dinâmico e atualizado.
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Quando estamos lendo este texto é preciso muita perseverança para não mudar o pensamento, raciocínio e os olhos do texto, falar de complexidade não é fácil e relacioná-lo a esses assuntos que são abordados pelo autor torna a compreensão mais difícil.
Vale também destacar o nivelamento do ator que ler e necessita compreender. É preciso avaliar a complexidade dos assuntos abordados, como também a características de cada autor, ler textos como esse que o leitor necessita constantemente consultar o dicionário ou informações complementares, poderá inegavelmente desestimular a continuidade da leitura e conseqüentemente dificultara sua compreensão.
Desta feita necessário se faz o bom senso no tratamento intelectual de quem escreve e de quem ler.
Edgar Morin
Meu papel na contribuição digital ainda é muito pouco, pois ainda estou me incluindo neste mundo, aos poucos estou aprendendo a usar o computador e toda sua tecnologia, antes eu não sabia nem ligar e desligar, mas de tanto precisar dessa ferramenta estou aprendendo cada dia mais um pouco. já aprendi a pesquisar, gosto sempre de olhar o tema em todas as opções que o site encontrou para obter o maior número de informações sobre o tema; e entre eles poder comparar a veracidade das informações. Aprendi a enviar e-mails, quando estou usando o computador e alguma coisa não da certo, como por exemplo voltar para o início do conteúdo achado, copiar, salvar ou mudar de site; ou na hora de digitar que não sei de todas as funções das teclas, chamo um dos meus filhos, e o mais novo usa da técnica que usei toda a infância dele quando eu ensinava os exercícios para ele, eu sempre repetia para ele:"leia o que o exercício pede, saiba interpretar, preste atenção. Agora na hora do meu nervosismo de não saber mexer em tudo,o chamo e ele diz:"leia na tela o que esta pedindo para a senhora fazer, leia eu não vou ensinar, a senhora está querendo o caminho mais fácil, faça o que ele está pedindo aí a senhora vai aprender.
Essa matéria de Educação e Tecnologia da Comunicação e da Informação também tem contribuido para minha inclusão. Através dessa matéria tenho um blog que é uma novidade para muitos. Quando digo na minha família que tenho um blog eles acham que é coisa de patricinha, pois só conhecem blogs de meninas bonitas dizendo do que gostam, falando o seu perfil, a fim de alguma forma se mostrarem ou para conversas informais. Ai mostro o outro lado do blog, a finalidade dele na educação. Essas aulas também me ensinaram essa possibilidade, entre outras, que a tecnologia pode favorecer a educação.
Apesar das aulas serem apenas uma por semana, sempre fica alguma coisa, pois aprender a interagir com o computador você tem que fazer várias vezes para fixar o aprendizado, então você aprende na aula e tenta exercitar em casa algumas coisas que aprendeu.
No momento faço um curso de Braille na UNB, não tem sido fácil, pois uma parte do curso está sendo no computador, muitas vezes os professores abreviam os nomes das teclas, as vezes isso me deixa perdida e triste por não conhecer tudo, quando acabar esse curso pretendo fazer um de informática, tenho que caminha em rumo ao comteporâneo, principalmente diante desta opção que estou fazendo de trabalhar na área de educação.
Trabalho três dias a noite com o projeto EJA, essas são as razões por ainda não ter começado um curso de informática, falta de tempo.
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